Top 20 baladões do pop asiático!

Estamos a menos de um mês para o início do verão aqui no Brasil. O que quer dizer que logo logo começa o inverno nos países asiáticos. Isso é sinônimo de uma série de releases temáticos, incluindo baladinhas românticas que a galera de lá acha que tem tudo a ver com a estação. Com esse fato em mente, recebi um delicioso pix da leitora Julia (Quem será? Ninguém usa o nome real na caixa de comentários, então sempre fico chocado que são pessoas de verdade…) encomendando uma lista com os melhores baladões já feitos em minha sempre correta opinião (um salve para todos que tiltaram com “Love Scenario” em TERCEIRO LUGAR post passado).

A mensagem no pix dizia que poderia ser com músicas do pop asiático ou ocidentais, então decidi dividir isso em dois posts separados. Hoje, as asiáticas, na próxima, as desse lado do hemisfério.

Há diferentes definições técnicas para “balada” no meio musical. Não vou entrar a fundo nisso, pois não sou um profissional da música, mas pensem em faixas que tenham um andamento mais lento do que as músicas que, costumeiramente, chamamos de “midtempo” (alô alô, Brave Brothers). No entanto, podem existir baladas cujo instrumental é mais “uptempo”, e aí o que qualifica elas como baladas é o “downtempo” dos vocais, ou vice versa, com os vocais mais rápidos, mas o instrumental mais lento. Faz sentido? Espero que sim.

De certa forma, muito do que caracteriza uma balada, além desses aspectos mais técnicos de andamento, é a “intenção” dela soar uma balada. Os compositores e produtores fazem elas com o intuito delas soarem baladas. E é bem comum que, por elas terem tempos de respiro maiores, já que os andamentos são mais lentos, que elas sejam construídas com elementos que são colocados ali para nos despertar grandes emoções. Sejam românticas, sejam melancólicas, tristes. No mundo gospel, muitas das músicas de maior projeção são, justamente, baladas, pois aproveitam elas para adicionar essas mensagens religiosas que são presentes em músicas assim.

Eu sei que há um mundo GIGANTE, tipo, muito grande MESMO de baladas na Coreia do Sul. Um mundo que entra em disputa, inclusive, com o K-Pop em si. Que ele é muito forte através de OSTs de séries de TV por lá, e que há artistas que são alguns dos maiores nomes da indústria fonográfica coreana por conta disso. Mas eu não consumo quase nada desse meio (acho que a única música, por exemplo, do Davichi que eu realmente ouço é Beside Me, que nem é das mais famosas delas), então não esperem muito disso aqui.

Sei que alguns, com razão, sentirão falta de coisas do BOL4, da IU, da Ailee, do Red Velvet, da Namie Amuro e, principalmente, da Ayu a seguir, mas quis compilar só vinte das que eu escuto com uma maior frequência. Mas todas esses aí têm grandes clássicos que realmente são excelentes também, só calharam de ficar na peneira.

Enfim, vamos ao listão. Deixem nos comentários as que vocês mais gostam também!

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Raspa no tacho (04/10): Lisa, Hyoyeon, Hwasa e mais

De tempos em tempos, uma porção de trecos saem e, por algum motivo, como falta de relevância para encher um post inteiro, ou falta de tempo deste que vos escreve, acabam não dando as caras aqui quando deveriam. Juntem isso tudo num lugar só, com comentários aprofundadíssimos, e *ploft*, temos a raspa no tacho.

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Em “I Love My Body”, Hwasa declara: I Love My Body

Eu gosto bastante de All About That Bass, da Meghan Trainor. É uma música divertida sobre se sentir uma grande gostosa num mundo onde os padrões de beleza são meio inatingíveis para a maioria das pessoas. Isso ganha um peso quando é cantado, justamente, por uma garota que está fora desses padrões.

A música levou a Meghan ao mainstream do pop no começo da década passada e, com o advento do TikTok, uns adolescentes que não viveram essa época passaram a adotar a mensagem e a sonoridade doo-wop da faixa em vídeos de dancinhas e trecos do tipo. A Meghan, que não é boba e só viu flops após o primeiro álbum, resolveu então retomar essa sonoridade em seu álbum mais recente, que traz a simpática Made You Look como single principal.

Enfim, aí por sei lá qual motivo, a Hwasa, que está na PNation (wtf), resolveu também adotar essa sonoridade… mas com a mensagem lá de trás de “All About That Bass”. Há motivos que justifiquem I Love My Body dentro do cenário do K-Pop, mas eu não sou coreano e achei tudo meio ridículo…

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Raspa no tacho (24/05): Hyoyeon, BoA, TXT, boygroup na PNATION e mais

E eu finalmente estou de férias da faculdade… mas apenas por três semanas, já que os velhotes lá resolveram que vão socar períodos num ano só para repor os seis meses de recesso que tivemos por conta da COVID-19. Oh, que saudável serão esses próximos tempos.

Enfim, bora aproveitar esses dias de respiro pra colocar em dia as pautas que perdi por conta das provas de fim de período.

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