TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2019 [40-26]

E enfim chegamos à trinca final de posts. O que quer dizer que, daqui em diante, todas as faixas realmente fizeram algum barulho em minhas playlists, a ponto de, em dados momentos, serem consideradas para o top 10. Mas a vida não é perfeita para todos, então tais delicinhas acabaram barradas da festa um pouco mais cedo.

Introduções feitas, vamos deitar pro AOA…

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BoA, Park Bom e Dara poupam esse blogueiro de inconveniências lançando bobagens sazonais natalinas

Dezembro costuma ser um inferno para aqueles que fazem sites, blogs, canais de YouTube, podcasts e variações disso. É que essa é a famigerada época onde todos precisamos reunir um esforço intelectual demasiadamente trabalhoso para listar o que de melhor saiu nos 11 meses anteriores de tal ano. E enquanto alguns acts no mundinho asian pop que delimita este blogzinho fundo de quintal parecem investir contra a paciência do tio Lunei aqui, tipo CL inventando um projeto semanal na marca do gol ou Red Velvet anunciando a parte final de seu álbum/saga de EPs para DOIS DIAS ANTES DO NATAL…

WTF

…outras velhas de guerra até que facilitam meu trabalho, “presenteando os fãs” com baladinhas sazonais soníferas de cunho natalino que jamais teriam força para brigar por posição alguma num ranking best of de 2019: caso da BoA e da dupla sertaneja Park Bom e Dara.

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Com “4:44”, Park Bom segue ótima em seu retorno ao jogo (dessa vez, com a WheeIn, do Mamamoo)

O K-Pop é cheio dessas histórias onde eventos mal gerenciados resultam em decisões claramente estúpidas para quem olha com certo distanciamento. A da Park Bom, em especial, é uma das mais curiosas dos últimos anos, visto suas consequências terem sido desastrosas não só para ela, mas para seu antigo grupo, 2NE1. Acredito que boa parte da galera que acompanha esse nicho deve desconhecê-la, visto serem novos demais à época (bizarro pensar que tinha gente de, vá lá, 11, 10… 9 anos em 2014), então darei uma resumida rapidona.

A Park Bom foi “pega” num “escândalo de drogas”. Não um de verdade, como vários integrantes do BIGBANG, grupo masculino da mesma gravadora que segue firme até hoje mesmo com integrantes envolvidos em uso de substâncias ilícitas, assassinatos culposos, racismo público e cafetinagem. Sim, por terem descoberto que ela importava um tipo de medicamento não permitido dentro da Coreia do Sul.

Isso acabou sendo o suficiente para que parte das promoções do 2NE1 à época fossem paralisadas, com a Park Bom sofrendo ataques de civis pela internet e da imprensa. E essa decisão da YG Entertainment de “dar um tempo” no grupo se estendeu durante os anos seguintes, o que deve ter contribuído para a decisão da Minzy em não renovar o contrato com a produtora em 2016, com as 3 restantes continuando na geladeira por mais um ano e, só em 2017, oficializarem o disband do grupo.

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Pacotão Jennie: Park Bom, Anda, Sunmi e outros acts going solo-lo-lo-lo-lo-lo-lo no K-Pop até abril

Terceiro resumão de comeback aqui do blog. Dessa vez, dando pitacos sobre os lançamentos de solistas que rolaram nos últimos meses. Algumas coisas bem legais, outras nem tanto. Não enrolarei tanto na introdução dessa vez, pois tenho vários episódios de “O Aprendiz” para colocar em dia no YouTube.

Será que o PC Siqueira ainda vai durar muito? Geralmente, nesses reality shows com subcelebridades, as mais famosas costumam sair logo no início (vide Scheila Carvalho em uma temporada qualquer da Fazenda sendo eliminada logo no início para a filha sem carisma da Monique Evans, wtf).

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