TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2015 [55-41]

E já estamos na quarta parte desse listão compilando quais foram os maiores, mais incríveis, mais icônicos e destemidos lançamentos do pop asiático no maior, mais incrível, mais icônico e destemido ano da última década para lançamentos do pop asiático. Top of the tops at all. Aqui, fechamos a primeira metade desse listão abrimos espaço para as cinquenta mais.

Será que suas morrerão na praia antes mesmo da corrida final? Será que elas sobreviverão ao hunger games do top 40? Ou será que, tal como “Lion Heart”, do Girls’ Generation, ou “Ring My Bell”, do Girl’s Day, elas sequer foram consideradas? Descubram isso agora…

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2015 [70-56]

Terceira parte do grande listão rememorando o que de melhor saiu no melhor ano da última década para o pop asiático. Nessa, mais 15 grandes pancadões serão cortados para vocês reclamarem que as músicas lá do post de esquecidas no churrasco são melhores que as que eu escolhi (e eu rir bastante da cara de vocês chocados por isso).

Entre as escolhidas da vez, vamos com a icônica canção que acidentalmente (pffff) ocupa a posição #69 do ranking, além da melhor animesong de 2015 e da que ganha a versão coreana do Troféu CL de Melhor Música Ruim (pois a melhor música ruim japa tá beirando o top 10, risos). Ah, uma curiosidade: essa melhor pior música, na verdade, foi a que chutou o T-ara desse top, pois eu quase esqueço de incluir ela. Uhhhh, qual será?

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MINI-ALBUM REVIEW | IU – Chat-Shire (2015)

Uma coisa bem comum à música pop é o conceito de coming of age ceremony. Geralmente, esse é um termo usado para algum “evento” onde ocorre a transição da vida infantil/adolescente para a vida adulta. No mundo real, isso pode ocorrer de uma porção de jeitos: primeiro amor mais intenso, primeira relação sexual, primeiro chifre. Em suma, é a perda da inocência. O que é muito utilizado dentro da indústria fonográfica pop. Geralmente, como uma virada de chave na carreira de cantores ou grupos que já eram atuantes bem jovens e querem ou acompanhar o crescimento etário do público que tinham antes, ou conquistar um maior.

No ocidente, são vários os exemplos. Se eu focar só em ex-atores de canais infantis, dá pra montar um parágrafo enorme. Britney, Christina e Justin, que eram do Clube do Mickey e começaram suas carreiras musicais no teen pop tiveram suas grandes viradas falando sacanagens em I’m Slave 4 U e nos álbuns Stripped e FutureSex / LoveSounds. Demi, Selena e Miley, também filhotes da Disney, assumidamente se inspiraram em Britney e Christina quando vieram com seus lançamentos nesse estilo: Demi fria pro verão, Selena boa para você e Miley não podendo parar. E, da concorrência, Ariana fez todo o caminho de princesinha com músicas fofas até vestir uma fantasia de coelha e se mostrar uma mulher fatal.

No oriente isso também é comum. No K-Pop, em especial, é quase institucionalizado. Tem literalmente uma música chamada Coming of Age Ceremony, onde a Park Ji Yoon mancha a roupa branca de sangue para mostrar que agora é adulta. Sunmi, Suzy, Girls’ Generation, GFRIEND, Girl’s Day, TXT, Mamamoo, Loona… a seus jeitos, o que não faltam são acts entregando essa transição como parte da história que querem contar conceitualmente. E aí chegamos na IU em 2015, ano onde ela completou 23 anos (naquilo de “idade coreana”) e se apoiou nisso para mandar todo mundo tomar no cu, quase ser escorraçada midiaticamente, mas conseguir se safar sem dano algum. Afinal, ela é a IU.

Chegou o dia que esse blog falará do Chat-Shire!

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50% de 2021: As 10 melhores músicas do primeiro semestre!

E lá se foi mais um semestre. O que, em tempos de pandemia e isolamento social (ao menos da minha parte, que trabalho e estudo em casa), segue me despertando aquela sensação de que seguimos no começo de 2020 e o ano ainda não engrenou. Gostaria de aproveitar esse parágrafo para mandar o Bolsonaro e todos os bolsominios pra puta que pariu. Aquele arrombado maldito. Os outros países tudo vacinando tudo, voltando com shows, cinema e por aí vai, aí esse filho da puta segue insistindo na narrativa maluca de que ele se curou da COVID tomando a porra da caralha da hidroxocloroquina. Ah, meu pau de boné pra esse desgraçado!

Mas, uou, voltemos ao asian pop! No ano passado, eu fiz esse post elencando quais as melhores faixas que tinham saído durante a primeira metade de 2020, meio que servindo como um termômetro para a minha opinião até aquele momento (aí chegou em dezembro e o top 10 tava quase todo diferente, pois a vida é assim), que decidi repetir agora. Listas são sempre divertidas, então convido vocês a elencarem também suas prediletas nesse último semestre.

Diferente do ano passado, que acabei considerando só músicas que eu já estava escutando há algum tempo, que já haviam “maturado” na minha cabeça, em 2021 eu estou mais passional e joguei aqui umas quatro que saíram esse mês mesmo, pois elas estão fazendo minha cabeça e detonando toda a concorrência interna. E outra novidade é que nenhum girlgroup coreano sobreviveu ao corte, enquanto três boygroups estão entre as mais melhores de boas. Uma representante do MandoPop, 4 do K-Pop e 5 do J-Pop. Será que sua fave aparecerá? Bom, não se for a Utada Hikaru, pois eu fiquei tão puto com “Pink Blood” que tirei “One Last Kiss” da lista só de pirraça…

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Arin, do Oh My Girl, fez 23 anos e lançou um cover de “Twenty-Three”, da IU, para comemorar <3

Uma aleatoriedade gostosinha e que pode servir de esquenta prum post que virá nos próximos dias: a Arin, do Oh My Girl, tá completando 23 anos (em idade coreana) em 2021. Aí, pra comemorar isso, ela soltou um cover de Twenty-Three, da IU:

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