Raspa no tacho (20/06): Capsule, Tokyo Revengers, Ayumi Hamasaki, Chanmina, Faky e uns capopes meia bomba aí

De tempos em tempos, uma porção de trecos saem e, por algum motivo, como falta de relevância para encher um post inteiro, ou falta de tempo deste que vos escreve, acabam não dando às caras aqui quando deveriam. Juntem isso tudo num lugar só e, plim, temos a raspa no tacho.

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2018 [70-56]

E aí, pessoal. Vamos para mais uma parte do listão com os maiores bops de dois anos atrás. Não sei vocês enquanto leem, mas conforme fui escrevendo aqui, percebi que 2018 ainda está bem vivo na minha cabeça. Mesmo essas faixas que aparecem bem baixo no ranking são super fortes em minhas audições casuais. Acho que ouvi mais elas que boa parte dos trecos que saíram em 2019, por exemplo.

Enfim, nessas próximas duas partes, que vão da posição #70 até a #41, um punhado de músicas que ouvi bem mais que as 30 antes cortadas à longo prazo, mas que não são tão imbatíveis em minha cabeça quanto as que aparecem da posição #40 pra cima. Será que a sua favorita será cortada dessa vez? Já adianto que as song of the year do falecido blog do Dougie e do Wendell Gosto Meu rodam agora…

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2019 [25-11]

Penúltimo dia do ano, penúltima parte desse ranking. Com a grande maioria das músicas já cortada, é hora daquele momento em tops de melhores do ano da blogosfera fundo de quintal onde aparecem as pérolas, as gemas, os hinos, as fadas de cristal que são emblemáticas, mudadoras de vida, quase clássicos contemporâneos, mas que, por pura subjetividade desse que vos escreve, acabaram não ficando entre as 10 mais.

E aí, quem vai morrer na praia junto com a Chung Ha? Vamos descobrir…

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2019 [70-56]

Anteriormente nessa bagaça: após vários se sentirem transtornados com a presença de Park Bom e Cheetah nesse top… bom, quase nada aconteceu, com vocês aceitando calmamente minhas escolhas sem muito questionar. Bom senso, parabéns.

Mas duvido que isso ocorre dessa vez, comigo incluindo a música tema de Produce X-101 nesse ranking, comendo a posição de qualquer outra competidora séria… :v

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“GIRLS GOTTA LIVE”, Faky e outros acts para o capopeiro médio começar a gostar de J-Pop

Semana passada, o Faky lançou GIRLS GOTTA LIVE, sendo esse seu primeiro comeback “oficial” em nova formação (já tinha rolado uma OST para doraminha antes, mas elas sequer apareciam no clipe). Elas fazem parte da gravadora avex, começaram como 5 (o nome do grupo é uma abreviação de “Five Ass Kicking Youngsters”), aí 2 pularam do barco, adicionaram outra e se tornaram 4, então outra das gatas originais saiu fora e 2 pirralhas foram incluídas.

“GIRLS GOTTA LIVE” é ótima e meio que serve de porta de entrada visual para o quinteto como um todo, que sempre aposta nessa estética girlcrush fashionista de atitude forte, e para um dos lados musicais dele: o de faixas-litte-mix-fifth-harmony que mesclam retrô com afinações contemporâneas, recheando as produções de elementos unicamente pensados para gerar energia, como palmas, estalos e uma continuidade na bateria eletrônica. Com a boa interpretação vocal das integrantes e todos os outros elementos que compõem o pacote, não poderia gostar mais.

Há também um outro front sonoro que elas costumam apostar: o de bops eletrônicos noventistas para bater cabelo em boates esfumaçadas. Minha favorita em sua discografia, “Bad Things” segue essa linha (se não me engano, ficou em segundo lugar num top anual à época).

Embora seja estupidamente fracassado comercialmente por uma série de motivos (preferir apostar em tendências ocidentais em vez de modismos nipônicos, descaso das diferentes subdivisões/gravadoras que cuidam delas etc.), vejo o Faky como uma ótima “porta de entrada” pro público médio (e pra vocês, capopeiros de merda que acompanham isso aqui) ao J-Pop. Como disse, seus releases costumam apostar em estilos sonoros e visuais que se assemelham bem mais ao que acts costumam entregar desse lado do globo que no Japão. E se há pecado em originalidade nisso, por outro ponto de vista, elas não sofrem dos “problemas” que são facilmente identificáveis em atos nipônicos quando tirados de contexto (não dá para alguém não-otaku assistir um clipe do AKB48, por exemplo, e achar normal num primeiro momento).

Comparado com o K-Pop, que conseguiu se “internacionalizar” corretamente nos últimos anos aos ouvidos e olhos de não capopeiros, o J-Pop ainda é “específico” demais em seu mundinho, o que provavelmente afasta potenciais ouvintes. Não que o cenário musical japonês precise de atenção internacional, já que há uma autossuficiência louvável ali, mas é sempre bom ter mais pessoas para conversar sobre esses tipos de lançamentos. Dito isso, resolvi preparar uma listinha curta com alguns nomes recentes que, particularmente, acho que, tal como o Faky, têm o potencial de inserir novos consumidores nesse buraco negro chamado J-Pop. Tem tudo no Spotify. Sem mais delongas, vamos a ela.

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