TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2019 [85-71]

Dando continuidade a esse ranking, vamos para mais um corte contendo vários grandes bops esplendorosos e inesquecíveis do ano de 2019. Essa segunda leva contém muitas músicas maravilhosas que, em algum momento dos últimos tempos, fizeram muito a minha cabeça, foram enormes vícios e por aí vai, incluindo uma lá no final que vários de vocês olharão e dirão: “NÃAAAAAO”, ou por acharem que ela morreu muito cedo, ou por acharem que ela nem deveria ter entrado.

Antes dela, outra quatorze. Vamos lá…

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2019 [100-86]

2019 foi um ano… peculiar na minha vida. Em janeiro, eu decidira tirar do ar o blog que eu tinha, o Esquadrão Lunático (inclusive, perdi a senha dele, risos). Depois disso, rolaram uns problemas aqui em casa envolvendo o falecimento de uma familiar, e isso serviu de engate final para que eu me afogasse numa depressão, que piorou ainda quando entrei numa segunda faculdade e coisas ocorridas nela só ajudaram a me puxar pro fundo do poço à época.

Como um meio de desanuviar, eu voltei à vida de blogueiro e iniciei o Miojo Pop. Contudo, durante muito tempo, as músicas de 2019 ocuparam um lugar esquisito em minha cabeça. Talvez por eu ter ouvido tanto elas enquanto estava mal de saúde, nos anos seguintes, revisitá-las era como revisitar aqueles sentimentos ruins. Então, lá pelo meio da pandemia eu optei por tirar do ar os posts com o top 100 das faixas daquele ano.

Mas medicina existe e agora estou bem melhor, de modo que, já há alguns meses, venho ouvindo de novo esses lançamentos e os sentimentos ruins não estão mais lá. Contudo, em vez de simplesmente restaurar os posts do top, acho que vai ser mais legal fazer um “repackage” que atualiza para o que eu ainda escuto hoje em dia.

Infelizmente, nessa, perdemos alguns comentários icônicos daquela época, como essa discussão sobre qual o melhor biscoito de chocolate com recheio de baunilha…

ou o Brave Sound pedindo uma reportagem sobre a trajetória do E-Girls por sabe-se lá qual motivo…

ou o Wendell Gosto Meu panfletando ATEEZ (ele botou umas oito faixas deles no top dele)…

ou o Dougie disfarçado tentando fazer um single de ex-Dalshabet acontecer…

Mas fica aí o convite para mais comentários malucos ao longo dos próximos posts.

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Raspa no tacho (31/10): chatice da Somi, AKB48, Morning Musume, NCT 127 e mais

Na real, rolou bastante coisa bem comentável nos últimos dias, mas eu fiquei TÃO OCUPADO essa semana terminando TRÊS TRABALHOS da faculdade ao mesmo tempo que jamais rolaria tempo pra ir soltando posts em dia. E eu ainda tenho mais outras TRÊS AVALIAÇÕES pra entregar até o final da semana que vem, então bora aproveitar essas horas livres entre obrigações pra matar logo tudo que fiquei devendo de uma vez.

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TOP 100 | As melhores músicas do asian pop em 2016 [100-86]

E veio aí de verdade! Não, não era lenda. Eu enfim começarei esse top 2016, tão prometido e comentado há tanto tempo, mas que fui empurrando com a barriga por preguiça. A partir de hoje, pelas próximas semanas de agosto, recobrarei esse ranking com os maiores lançamentos de quatro anos atrás, originalmente postado lá no outro blog. Claro, com algumas atualizações, pois o tempo passa e nossas opiniões vão se modificando.

2016 foi um ano bem… atípico para o pop asiático. A partir dele, uma porção de acts sul-coreanos decidiram, na falta de um termo melhor, se levar a sério demais nisso de “conceito” e em produzir material para que as fanbases se digladiarem em interpretações através de poucos segundos de MVs ou letras quaisquer. Nessa, o K-Pop perdeu parte daquela aura “trash” que atraiu muita gente no início da década, como se a Coreia do Sul fosse um grande depósito de pancadões pop derivativos maravilhosos que os EUA já não conseguiam mais ser, justamente por se venderem como algo “a mais” do que eram.

Em paralelo a isso, na ilha vizinha, todo mundo resolveu aparecer. Utada voltou da aposentadoria com seu melhor álbum em todos os tempos, outras j-véias foram pra cima com singles também muito fortes e uma campada do novos acts pirados da cabeça fizeram de tudo para se sobressair. Bom para mim e para outros fãs de J-Pop. Em reflexo, essa foi a lista mais desnivelada para o lado nipônico que já fiz: serão 2 representantes do MandoPop, 46 do K-Pop e CINQUENTA E DUAS do J-Pop. Se preparem para suas favoritas nem aparecendo enquanto REOL ou Wednesday Campanella comem várias e várias posições com album tracks emblemáticas.

MARAVILHOSAS REGRAS

O top é meu, baseado única e exclusivamente em minha opinião, minha subjetividade. Então, coisas como charts, vendas, popularidade e relevância pra o meio em nada influenciam isso;

Meu maior critério de escolha, na real, é o quanto as faixas duram em minhas playlists diárias. Quanto mais ouço, mais alto ela aparece. Mesmo que eu considere uma música “melhor” que outra em questões técnicas (exemplo aqui, reveluvs), se eu ouvi pouco conforme os anos passaram, tchau;

Vocês têm todo o direito de discordar das minhas opiniões e até sugerir outras melhores para as posições ocupadas, mas saibam que estarão errados, pois meu gosto musical é perfeito. Bjokas.

Sem mais enrolações, vamos ao primeiro corte, com Jennie e as outras já morrendo na última posição…

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Good Girl: comentando as apresentações da primeira rodada

Já está rolando o Good Girl, novo reality show da MNET onde rappers e cantoras “urban” (ooh, esse termo guarda-chuva genérico) se apresentam juntas e ganham uns trocados, mas que não é um survival show com elas competindo entre si, embora a primeira rodada traga justamente uma competição de performances solos em que a mais aclamada fatura um troco e a menos aclamada é arrastada pra lama, ou algo do tipo. Confesso que não entendi bem a pegada do programa, pois ainda não comecei a assistir (vou deixar acumular mais uns episódios antes de pegar pra ver), mas pelo que entendi dos resumos do Dougie e do Guilherme, é mais ou menos isso. Ou não. Sei lá. Um dia descubro.

O elenco é bem bom: tem a Cheetah, que é figurinha carimbada em vários produtos da casa (Unpretty Rapstar, Produce 101, Queendom), a Hyoyeon (impressionante a SM ter topado isso, já que a gravadora não costuma deixar seus contratados participarem dessas pataquadas como competidores, pois aparentam preferir manter uma imagem intacta), a Jimin Park (vai demorar para eu me acostumar com o stage name Jamie, desculpem aí), a Ailee, a mina do KARD que não é a que era do April, uma das gostosonas do CLC, além de nomes de menor relevância por aqui, mas que parecem render muito em tela.

Como eu disse, não cheguei a assistir os dois episódios que já saíram. No entanto, as apresentações da primeira rodada, onde elas cantam para uma platéia de ex-participantes de outros programas da MNET e se autoavaliam para saber quem é a grande gostosa mais grande gostosa já de cara, valendo uns trocados, já estão disponíveis no YouTube. Abaixo, comento todas elas, elencando da pior à melhor.

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