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Eu sei, eu sei. Tem Lovelyz, A.C.E, CLC, Sori e mais um monte de lançamento importante no K-Pop pra fazer post, mas antes disso, quero dar uma pausa na temática principal do blogzinho para dar meus pitacos a respeito do VMA desse ano.
Continuar lendo “Uma pausa no capope para comentar umas apresentações do VMA 2020”
E aí que a Lee Hyori, a Uhm Jung Hwa, a Hwasa e a Jessi resolveram se juntar para formar uma nova unit, as Refund Sisters. A história está melhor contada lá no Dougie, mas parece que tudo surgiu durante um segmento do “How Do You Play”, com a Hyori, ao ser questionada sobre como seria seu girlgroup perfeito, citando as três. O público gerou burburinho e a ideia foi tocada pra frente, com o quarteto sendo produzido pelo Yoo Jae Suk (também do SSAK3) e, eventualmente, ganhando um debut após a confirmação oficial semana passada.
Não sei se acredito de verdade nessa história não. Provavelmente, já havia essa intenção nos bastidores quando a Lee Hyori nomeou as três, mas quem sou eu para estragar a magia?
De qualquer forma, é sempre muito legal ver várias cantoras se juntando para trabalharem juntas em músicas. Enquanto é bem comum que vocalistas masculinos e rappers chamem “os parça” para features cheios de convidados, colaborações com mais que duas minas dentro da indústria pop são… raras. Inclusive entre artistas que vendem o feminismo como parte de sua persona.
Dito isso, e como um esquenta para a estreia do Refund Sisters, resolvi relembrar aqui 7 bops lançados quando um bando de mulheres se uniu no pop (asiático e ocidental). Give Me All Your Luvin’, da Madonna, ficou de fora, pois a Nicki e a M.I.A. quase não têm linhas nela. E Don’t Call Me Angel foi ignorada, pois fico meio constrangido com a participação da Lana Del Rey nesse videoclipe.
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Recentemente, a cantora norte-americana Selena Gomez anunciou em sua conta de Twitter que participaria como feature no próximo single do BLACKPINK, que segue, ainda que a passos lentos, preparando terreno para seu tão aguardado (por quatro anos) primeiro álbum de estúdio.
Desde que foi cogitado que Jennie e as outras três colaborariam com algum artista ocidental, uma porção de nomes de sua mesma gravadora nos EUA, a Interscope, foram especulados por fãs. Apontaram desde um segundo round de “Sour Candy” com a Lady Gaga ou com acts de também larga fama, como Maroon 5, Kendrick Lamar (huahua) e Billie Eilish, até uma parceria com alguém de alcance internacional mediano, como o The 1975 (seria hilário), a Carly Rae Jenpsen ou a Jessie Ware. Nem um, nem outro. A selecionada pelo selo foi a Selena Gomez.
Não me entendam mal, eu adoro a carreira musical da Selena Gomez (ou nem faria esse post), mas tá meio na cara que isso é uma daquelas táticas de produtores para que um nome tímido se apoie no outro e, nisso, ambos gerem mais burburinhp do que teriam normalmente. Embora chame atenção entre o público adolescente capopeiro, BLACKPINK ainda é um act super nichado. Já Seleninha, hoje, faz mais barulho como tuiteira/instagramer que como cantora/atriz.
Levando em conta que seu último grande álbum (em relevância e qualidade) é de 2015 e que o BLACKPINK só debutou em 2016, é provável que um sem número de blinks de 12, 13 anos tenham coçado a cabeça em dúvidas sobre quem diabos é essa garota. Para ajudar essa galerinha jovem, resolvi lista aqui cinco das minhas prediletas da ex-namorada do Justin Bieber, caminhando por diferentes eras que eu acho que representam bem sua evolução de disney girl até act-que-faz-sexy-concept de sucesso. Venham com o titio Lunei em uma viagem que começa na década retrasada…
Terceiro episódio desse bloco ainda sem nome aqui do blog onde pego duas músicas, uma oriental, outra ocidental, que tenham o mesmo nome, comento e, ao fim, decido qual a melhor. Dessa vez, temos Hey Mama e Hey Mama, da unit de famosinhos do EXO e do David Guetta com um povo aí. Vamos lá…